ESF Buenos Aires retorna às atividades, porém como UBS – Unidade Básica de Saúde

A página Info Web Cassuci; segundo ela, o ESF reiniciou as atividades em 17 de outubro, quarta-feira. O fato foi informado pelo médico Carlos Raphael de Moura Oliveira e pela enfermeira Ana Gabriela Carvalho Silva.
 
Conforme a nota apresentada pela Info Web Cassuci, o prédio não funcionará como ESF,  Estratégia Saúde da Família, e sim como UBS, Unidade Básica de Saúde, pois ainda não possui Agentes Comunitários de Saúde em atuação. 
Os serviços de saúde no local serão oferecidos de segunda a sexta, das 7h00 às 17h00.
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Vantagens e Desvantagens de Pavimentação de Ruas em São José do Rio Pardo. Tema será debatido na Câmara

A Câmara de São José do Rio Pardo deve realizar audiência pública sobre as vantagens e desvantagens de pavimentação de paralelepípedos, em 30 de Outubro, terça-feira.

As informações são da página oficial da Câmara Municipal. A audiência visa a analisar o projeto de lei nº 51, que revoga a lei municipal nº 4.461.

Os Oradores serão Alfredo Carlos da Costa Figo, Fernando Pinheiro Passos, Marcelo Nogueira Rocha e Rosana Soares Bertocco Parisi.

Como curiosidade, a lei nº 4.461 proíbe o asfaltamento de 32 vias, ruas e avenidas, inclusive a Francisco Glicério e Francisquinho Dias. Em 23 de abril deste ano, a Câmara promoveu uma consulta pública para saber a opinião popular sobre pavimentar ou não estas 32 vias. 46,81% dos participantes da pesquisa foram contra a pretensão de asfaltamentos das vias.

#Imparciup #starkassistencia #doutorsmartsjrp #pegapegasjrp

Comentário – A solução então para acabar de vandalizar…

Os comentários sobre o assunto são todos os quais o rio-pardense anseia para que o bem público seja conservado e mantido em bom estado.

“Penso que se tivesse a segurança na praça – guardas municipais, não aconteceria atos de vandalismo”. Fabrício Sousa, comentarista nesta página, um amigo, colocaria tão justa a perspectiva que há vandalismo sem a presunção de segurança.

Entretanto, costumam alguns guardas ficar na praça no período diurno, concordo que não os vejo durante o período noturno.

“Pessoal, não podemos jogar toda a responsabilidade nos guardas municipais. Infelizmente, são poucos guardas pra muito serviço. Sempre a população culpa os guardas pela falta de educação e vandalismo de muitos por ai.”, segundo outra participante da discussão.

Pois é, educação vem de berço, prejudicar o patrimônio público só demonstra o quão estúpida uma pessoa poderia ser, uma vez que é com o dinheiro público que se constrói patrimônios do povo. Em contrapartida, São José do Rio Pardo não tem muitas tarefas a fim de que os guardas municipais sejam defendidos desta forma. Acho que não! Como a Polícia Militar informa em seu site oficial – só a sensação de onipresença da polícia já é o suficiente para impedir eventuais situações criminosas. Quer dizer, se o vândalo percebe que o ambiente é propício e cômodo para destruir, ele não perderá a chance de fazer.

Neste sentido, qual a solução mais plausível para inibir depredações? Em Belo Horizonte, “a Guarda municipal garante fazer patrulhamento em viaturas 24 horas por dia. Os trabalhos são auxiliados por câmeras do Centro Integrado de Operações (COP-BH) para a identificação de suspeitos.”, relata o Jornal Hoje em Dia.

A Prefeitura de São José do Rio Pardo detém de dinheiro para implantação de câmeras de monitoramento? A mesma prefeitura que não teria condições de pagar o salário de seus funcionários até uns 15 dias atrás. Respondido!

O fechamento dos banheiros se torna a melhor alternativa no momento, pois, devo confirmar, ah não ser pelos festivais, e ressaltando que muitos horários de circulação de ônibus mudaram, não há necessidade de deixar os estabelecimentos públicos abertos em horários noturnos, horários que, diga-se de passagem, não são admirados pelo povo rio-pardense, como depois das 20, e como descrito na página da prefeitura por outro rio-pardense: “nos últimos meses, tenho ficado com medo de andar pela cidade”.

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!
Fotos: Prefeitura Municipal

O UPA depois das 24 horas – São José do Rio Pardo

As 24 horas são o tempo que uma Unidade de Pronto Atendimento deve manter seus serviços em funcionamento.

Atribuídas aos casos prioritários de urgência e emergência, as UPA existem para complementar as solicitações de pacientes advindas de diversos setores da saúde, sejam eles direcionados à atenção básica, à atenção domiciliar ou à atenção hospitalar. Na prática, o paciente procura este tipo de atendimento se possuir doenças crônicas, a exemplo da hipertensão, ou em ocorrência de infarto, derrame, febre alta, fraturas, convulsão, etc, igual ao PS.

Os famigerados prédios inacabados de São José do Rio Pardo têm características próximas: o prédio da UPA, ou melhor, o prédio que seria sede de uma possível unidade de atendimento, no município, não foi concluído há mais de 5 anos. Conforme o site oficial do Ministério da Saúde, 97% dos atendimentos são solucionados pela UPA. Se for considerado que 400 pessoas são socorridas por mês e que 388 pessoas têm seu estado de saúde solucionado pelo serviço, isto pensando nos dados expostos pelo MS, teríamos, em 5 anos, 24 mil atendidos e 23.280 mil solucionados. Lembrar também que as unidades oferecem Raio X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames de urgência e leitos de observação, dentro do ambiente de 24 horas. Infelizmente, é uma hipótese, além de uma dedução, uma vez que a UPA rio-pardense, até hoje, constitui uma falácia.  Falácia, leitor, também sugere aquilo que tem sido publicado em redes sociais.

Ano eleitoral começa com insinuações, propostas infundadas e o trabalho árduo de políticos, estes da oposição ou da posição. A página Verdade São José expôs os fatos recentes sobre a Unidade de Pronto Atendimento. Verdade São José comenta, em 18 de junho de 2018: “o prédio está pronto”, com a contrapartida de que, para funcionar o UPA, fecha-se o pronto socorro da cidade. Porém, a fala de fechar o pronto socorro partiu dos vereadores, os 13 representantes legislativos, que, sem sombra de dúvida, se embasaram em conhecimentos legais para o pronunciamento. Interessante, a portaria nº 10, de 3 de janeiro de 2017, confere que o UPA resulte em menores filas nos prontos socorros. Ainda discorrendo sobre a citação de páginas da cidade no Facebook, já que não há necessidade de se pôr em prática o UPA, pois os vereadores usarão a justificativa dele para retirar o pronto socorro, por que esta administração terminou de construir o prédio da UPA? Não seria mais essencial aplicar o dinheiro gasto em outro setor que esteja em atividade, como no transporte de pacientes médicos a outros municípios.

O UPA somado ao pronto socorro municipal seria a resolução e a reflexão de que a saúde rio-pardense transcorre dia e noite sendo a melhor da região. E, o crítico deste artigo de opinião não está na defesa de grupos políticos, quer lhes mostrar, que oposição e posição disputam pela ideia de inverdade ou verdade perante os novos serviços que almeja a cidade, porque, como o prédio da FEUC, os locais tornaram-se palanques políticos, ou seja, se o prédio estiver pronto ou não, todos ganham com isso. Todos, menos população. Basta pesquisar: que cidade da região, ou de outras regiões, trocou UPA por pronto socorro. Talvez, elas adaptaram o espaço. Em São José, como já criaram um espaço reservado para o UPA, tem-se os dois, ou quase os dois.

Para enfatizar os argumentos de UPA com PS, quando o rio-pardense reclama da demora nos atendimentos realizados pelo pronto-socorro, deve destacar que só aquele local se prontifica diante de casos de urgência e emergência, e, independente de um ou de outro, casos urgentes e emergentes de saúde são tratados com mais rigor e precisam ser acompanhados de perto. E quanto a fechar o PS, outra falácia – quantas mais, em?! Com certeza, nestas propostas e não propostas, o prédio continua no abandono e o rio-pardense, prejudicado, e as discussões políticas se configuram como generalizadas e estúpidas, sem sentido. A frase que fica é: quanto mais tempo teremos que esperar para sermos atendidos da forma que merecemos? As 24 horas já se foram.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Participantes do Forró cobram por retorno do evento nos fundos do DEC. Promessa de adequação do espaço aconteceu há dois anos, pelo atual prefeito

O Wikipédia descreve o forró como um ritmo musical e uma dança que teve origem no Nordeste do Brasil, bastante popular em épocas de festas juninas, aliás, neste mês. Em São José do Rio Pardo, o forró quase sempre é executado o ano inteiro e frequentado principalmente pela terceira idade. Entretanto, o local sediado não tem animado participantes há dois anos.

A população tem cobrado o poder Executivo e Legislativo para reimplantar o forró nos fundos do DEC – Departamento de Esporte e Cultura, que graças ao impedimento do Corpo de Bombeiros há dois anos, não pôde mais realizar o evento. Zildo Delmondes, o Zildão, vereador pelo PSB, diz ter sido cobrado recentemente: “populares têm me pedido que alguma providência seja tomada para que o forró retorne ao Tartaruguinha.”

Hoje, o forró acontece aos domingos, das 18h00 às 22h00, no clube do Vasco, localizado próximo ao DEC, na avenida Euclides da Cunha. “No Vasco, é pouco espaçoso, sem ventilação e ainda aquele piso não é apropriado para dança. O atual prefeito, quando se tornou candidato, subiu até um palanque e nos prometeu que faria uma reforma no tartaruguinha para que o ambiente estivesse adequado às exigências do Corpo de Bombeiros. Ele nos deu 90 dias de espera, já se passaram muitos outros dias.”, afirma o senhor José, o Zezão, integrante do Centro Integrado da Terceira Idade de São José.

Iury Feres Abrão, Presidente-Diretor do Departamento de Esporte e Cultura, explica ao jornalista Gabriel Fécchio sobre a necessidade de averiguação e autorização por parte do Corpo de Bombeiros para organizar qualquer evento no tartaruguinha. “Para se fazer o forró, nós dependemos do AVCB – ‘Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros’, como um alvará de funcionamento. É este AVCB que deve garantir a segurança dos que estejam em atividade de Forró. Porém, devemos atender o exigido pelo Bombeiros, como portas de incêndio, portas de pânico, para receber este AVCB.”, explica Iury.

Maria Aparecida Fidelis, de 69 anos, vai às festas de forró no Vasco e comenta que dentre algumas das reclamações a falta de lugares no local para se acomodar ou sentar preocupa a maioria dos idosos visitantes. “Eu prefiro os dois lugares, Tartaruguinha ou Vasco, mas no tartaruguinha, como existem aquelas arquibancadas, acabava por acomodar o maior número de pessoas. E outra coisa, foi uma promessa feita pelo prefeito.”, relata.

Iury destaca que o DEC já deu entrada nos papéis e entrega de documentos, junto à Caixa Econômica Federal, para solicitação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, já na semana passada. Quanto às adequações do espaço, o Diretor de Esportes declara que já foi destinada uma verba de aproximadamente 268 mil reais, 250 mil reais advindos de emenda parlamentar do Governo Federal, e 18 mil reais, oferecidos pelo DEC, que serão usados para modernização de todo o ginásio de esportes.

“Também será enviada à Câmara de Vereadores, para o uso desta verba, a abertura de crédito adicional. Começamos a obra, que por ser uma obra externa não deve demorar mais de 30 ou 40 dias. O projeto incluirá acessibilidade e segurança para todos, desde deficientes físicos a idosos. O maior problema é a questão do período eleitoral, se nós não conseguirmos agilizar a documentação até no início de julho, a obra só será iniciada após o término das eleições.”, revela Iury.

Auto de Vistoria Contra Incêndios

Conforme o site oficial do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, “O A.V.C.B é um documento emitido certificando que, durante a vistoria, a edificação possuía as condições de segurança contra incêndio (É um conjunto de medidas estruturais, técnicas e organizacionais integradas para garantir a edificação um nível ótimo de proteção no segmento de segurança contra incêndios e pânico.).” 

O auto de vistoria é exigido em casos como reformas, mudanças, ampliação de áreas, regularização de área de risco e construções provisórias. Residências familiares não são obrigadas a terem o documento de autorização de uso.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Ministério da Saúde prorroga novamente Campanha de Vacinação. 11,8 mi do público-alvo não recebeu a vacina, segundo o órgão

O Ministério da Saúde informou sobre nova prorrogação da Campanha de Vacinação contra a gripe nessa quarta, dia 13.

Com a necessidade de vacinação de grupos prioritários da doença, o órgão prorrogou a data de término da campanha para 22 de junho. A previsão de término era para esta sexta-feira, dia 15.  A justificativa para a mudança são as baixas coberturas vacinais e a relação de Estados e Municípios no combate da disseminação da Influenza. 

“A preocupação da Pasta é com a proximidade do inverno, período de maior circulação dos vírus da gripe. Também é preocupante o número de casos e mortes registrados no Brasil, que já dobraram na comparação com o mesmo período do ano passado.”, descreve Camila Bogaz, responsável pela área de Comunicação do Ministério.

A estimativa é vacinar 54,4 milhões de brasileiros. Segundo o site oficial do Ministério da Saúde, 77,6% da população prioritária já recebeu a vacina, o que corresponde a aproximadamente 42 milhões de pessoas. Só este ano, morreram 446 indivíduos pelo vírus da Influenza, com 2.715 casos registrados. Em junho de 2017, 1.227 casos e 204 óbitos foram registrados no país, estes são os dados apresentados pelo Boletim de Influenza do Ministério da Saúde.

Conforme a Agência de Saúde, o grupo prioritário de cobertura inclui idosos a partir de 60 anos, trabalhadores da área da saúde, professores das redes pública e privada, índios, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, crianças de seis meses a cinco anos e pessoas privadas de liberdade – adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas.

Crianças de seis meses a cinco anos de idade e gestantes estão mais vulneráveis a contrair a gripe, além de serem os grupos que registram os menores índices de vacinação, com 61,5%, crianças, e 66%, gestantes. “O público com maior cobertura da vacina contra a gripe é de puérperas, com 91%, seguido pelos professores (90,9%), idosos (85,8%) e indígenas (86,1%). Entre os trabalhadores de saúde, a cobertura de vacinação está em 83,4%.”

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Praças de Pedágios deverão retirar cancelas de cobrança automática em todo o Estado de São Paulo

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Alesp, através do projeto de lei nº 940, de 2015, deve proibir a utilização de cancelas em todas as praças de  pedágios do Estado de São Paulo. A medida proibi apenas cancelas nos sistemas de pedágio automático, como o Sem Parar.

“Determina a retirada das cancelas de todas as praças de pedágio adaptadas ao sistema de “pedágio automático” – Sem Parar / Via Fácil, Conectcar, Auto Expresso, DBTRANS etc. – em todas as rodovias do Estado, de concessionárias ou não concedidas.”

A proposta é do deputado estadual Edmir Chedid, do DEM, que justificou o número de acidentes crescentes pela demora da abertura de cancelas no momento da passagem dos veículos. Como solução, o deputado descreve que o sistema “deve permitir o registro fotográfico do veículo em sua passagem pela faixa de cobrança eletrônica”, a fim de controlar a velocidade que transita o veículo. 

O projeto, que já havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa em 12 de dezembro de 2015,  foi vetado pelo ex-governador Geraldo Alckmin em 19 de janeiro de 2016. O veto, em 2 de fevereiro de 2016, foi distribuído às Comissão de Constituição Justiça e Redação, Comissão de Transportes e Comunicações e Comissão de Constituição Justiça e Redação, que decidiram rejeitar o veto e aprovar novamente o PL 940 na última quinta-feira, dia 7 de junho de 2018. A lei segue para promulgação.

Rodovias Estaduais

O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo, DER-SP, informa que existem 207 rodovias no estado. Dessas 207, 65 possuem praças de pedágios administradas por empresas concessionárias, inclusive a Renovias, responsável pela manutenção das SP-215 -Vargem Grande do Sul/Casa Branca, SP-340 – Campinas/Mococa, SP-342 – Mogi Guaçu/Águas da Prata, SP-344 – Aguaí/Vargem Grande do Sul, SP-350 – Casa Branca/São José do Rio Pardo.

rodovia-intervias

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE