“Criaram este buraco e não arrumaram”, afirma moradora do bairro Jardim Margarida

As eleições terminavam, e aquela sensação estranha de ter esquecido de realizar alguma tarefa me perseguia. Então, a lembrança de que uma moradora do Jardim Margarida – bairro além da escola Dr. João Gabriel Ribeiro, havia compartilhado, de forma privada, imagens de uma cratera de barro, água e asfalto em frente à casa que, segundo a moradora, pertence à mãe dela.

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O jornalista Gabriel Fécchio conversa com Carmen Souza, no domingo, 28. Às 16:30, dirigia-se até o Jardim Margarida, rua Vitor Felice. Informa:

Encontrei Carmen, o marido, filho e a namorada do filho logo quando cheguei à entrada do bairro. Carmen explicou: “A Saerp decidiu mexer no encanamento há 3 meses, os funcionários fizeram o buraco e deixaram.”

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Carmen descreve que, após a vinda da Saerp ao local, ela e os moradores das imediações reclamaram de terem ficado sem água por uns dois meses. 

O discurso de Carmen tenha sido de preocupação no momento. Reluta em dizer que já procurou autoridades – vereadores, prefeitura, Saerp, porém não obteve respostas e soluções. Pelo Facebook, enviou mensagens a Marcelo Primini, responsável pela empresa de água e esgoto, em 24 de setembro. O homem nunca visualizou o conteúdo. 

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Ao finalizar o depoimento de Carmen, percebi outro morador que caminhava com um cão. Cumprimentei-o: – “Oi , também tem se aborrecido com o buraco?  O senhor retrucou: “Com todos eles. São muitos.” 

Além das escavações abandonadas pelo serviço público, o mato alto somado às sujeiras e restos de massa asfáltica. Mais acima pelo lado direito, entre as ruas José Fernando Lopes e Francisco Garcia, mais espaços abertos na linha de asfalto, e mais um que chama a atenção, ao mesmo tempo, chama atenção, com um cone dentro.  Apertei o interfone da residência de Dinorá – a mulher me atendeu educadamente. Apresentei-me como jornalista e a questionei: “Faz tempo que o buraco com o cone está ali?” 

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O sim foi imediato seguido de “aproximadamente 4 meses. Nós daqui solicitamos à Prefeitura que resolvessem e eles não retornaram.”

A história esta aí, rio-pardense; Este é seu jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!

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Prestes a sair da circular, então a queda. “Bati a cabeça, quebrei meu óculos e precisarei fazer exames”, afirma Ana Carolina

O Jornalista Gabriel Fécchio entrevistou Ana Carolina Miguel, que sofreu acidente após sair do ônibus circular em São José do Rio Pardo. O anúncio foi dado pela irmã, Ana Laura Miguel, através do Facebook, nessa quinta, 25, dia do acontecido.
 
A queda custou à Ana Carolina pontos próximos às sobrancelhas. Ela explica que, antes de desembarcar no bairro Vale do Redentor, esperava por uma senhora, que estava à frente.
 
“Assim que a senhora desceu, eu desci os degraus. Na hora que fui pisar na calçada, o motorista saiu andando.”
 
Ana Carolina destaca que foi socorrida por um homem e uma mulher no local e levada até em casa. A irmã, em seu perfil oficial, menciona que Ana Carolina foi atendida no Pronto Socorro municipal.
 
Quanto ao ocorrido, a moça declara ter procurado a empresa Tuga para esclarecimentos. “O motorista disse que não viu porque estava subindo gente. Sei que ele estava sozinho, sem o cobrador.”
 
“Meu óculos quebrou, bati minha cabeça, e vou precisar fazer exames. A empresa tem providenciado os suportes, remédios, curativos.”, afirma Ana Carolina Miguel.
 

O Transporte Escolar Público Rio-pardense vai mudar – O que não foi explicado

A polêmica quanto ao transporte escolar data do início deste ano vigente. A mudança era prevista para agosto, mas não foi adiante.

Em 2019, o transporte público será destinado àqueles que residem em locais em que a escola mais próxima está acima do limite de percurso permitido. Como Jornalista, eu, Gabriel Fécchio, quero esclarecer, através de argumentos, o caso dos Transportes:

A Prefeitura retirou o transporte escolar dos alunos rio-pardenses?

Não. Na verdade, as discussões para que o transporte seja limitado pela área espacial são antigas. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que compete aos Estados assumirem o transporte dos alunos matriculados na rede Estadual – Euclides da Cunha, João Gabriel Ribeiro, Tarquínio, Cândido Rodrigues, Laudelina, Stella, são escolas públicas estaduais. O município é responsável pelo transporte municipal.

Meu filho não poderá estudar na escola que eu quero?

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece à criança e ao adolescente o direito de estudar o mais próximo possível de sua residência. Sempre haverá prioridade em caso de proximidade, com objeção se existirem vagas. Quer dizer, quando matriculados todos os alunos dentro da área espacial escolar é que poderão matricular outros alunos.

Foram matriculados os alunos da localidade, tem vaga, a vaga é sua? E o transporte?

Sim, a vaga é sua. Já o transporte é responsabilidade da família, uma vez que, pensamos em São José do Rio Pardo, o Estado deve atender quem está dentro dos limites exigidos. Escolas são suficientes, não suficientes para se adequar aos seus critérios.

O Estado cortou gastos?

Talvez, mas ele cumpre o que por lei se propõe desde 1996. Não há mais motivos para se ter gastos excessivos. São José do Rio Pardo tem sete escolas estaduais, principalmente que incluem Ensino Fundamental e Médio, com amplas condições de acesso, estas localizadas no Vale, ou no Santo Antônio, ou no Centro, ou no Vila Pereira, algo diferente de muitos anos atrás.

Ao invés de retirarem o transporte, por que não o melhoram?

Só o fato de diminuírem a frota já é justificativa para poderem melhorá-la, porque não gastarão tanto como antes, logo, mais dinheiro, maiores adequações e benefícios.

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Fake, como Gafe, ou não – As urnas eletrônicas não registram voto após as 16?

Votar até as 16 horas? Quem recebeu está FakeNews através do Whatsapp?

Conheça: “URGENTE – TEMOS DE VOTAR ANTES DAS 16HS. Isso é muito sério e precisa ser viralizado !!! Pensem!!! não é muito estranho que o horário de verão tenha sido alterado em diversos relógios, uma semana antes das eleições??? Pois é, as urnas estão programadas para trabalharem com o horário de verão, nos estados onde de costume muda-se o horário, e nos últimos anos sempre esta alteração foi feita em outubro e não em novembro como será este ano. Isso significa que as urnas não irão computar os votos após as 16hs, por assim já considerarem como encerrado o horário de votação tendo em vista o horário de verão. Todo cuidado é pouco! São capazes de tudo! E é o Brasil que está em jogo, com alguns jogadores nada honestos! Não podemos perder 7 milhões de votos como no 1º turno! Faça sua parte! Divulgue esta mensagem.”

Desencane, não é porque seu candidato disse que as urnas podem ser fraudadas que elas serão. O eleitor tem a oportunidade de exercer seu direito democrático até as 17. Fica frio!

O horário de verão já tinha previsão de ser alterado desde o início do ano. Pela Imparciup, em 17 de fevereiro deste ano:

“Este ano, graças a um decreto do presidente Michel Temer, o horário de verão está previsto para o mês de novembro, dia 4, um mês após o habitual, outubro. Segundo informação do site G1 de notícias, “a mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos nas eleições”, isso em determinadas regiões, como o Acre, no qual fecham as urnas três horas após o fechamento das urnas nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste, pela diferença de fuso-horário.”

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Flagrado o Vândalo dos Banheiros Públicos: quando o poder público não resolve e ainda piora

Funcionário da Prefeitura flagra artista, ou melhor, flagra individuo que pichava as paredes do banheiro público da Matriz, nesse sábado, 20..

Segundo a página oficial da prefeitura de São José do Rio pardo, “O rapaz chegou a ser fotografado – vestia uma camiseta com desenhos semelhantes aos da parede do banheiro.”

 
Comentário – Refaço: por que caracterizar o personagem da história mediante a uma imagem e através de uma página pública? É Irrefutável a tese de que o homem da imagem tenha assim cometido um ato impróprio quanto ao patrimônio público, porém não concordo com a postura da página pública, inclusive sendo a página da prefeitura, de tomar esta atitude ao expor e caracterizar o artista, ou vândalo, como quiser.
 
A intenção e as formas de lidar com situações corriqueiras através dos órgãos públicos, uma vez que vivemos em uma sociedade, e me aponte uma sociedade que não haja vandalismo, demonstra o quão preparada ou despreparada é uma administração pública.
 
Como falam alguns rio-pardenses – leitor, perceba que uma simples mensagem de organização e ajuda acaba por oferecer uma solução ao caso – “Bastasse uma conversa ou orientação, com uma lata de tinta, então este homem que vive nas ruas poderia pintar a parede.”, ou não.
 
Apenas, existem modos legítimos de se punir eventuais problemas cotidianos e pessoas que estejam infligindo limites sociais. O discurso por trás da imagem revela uma perspectiva de “Procura-se vivo ou morto”. O que o servidor público que presenciou fez foi: fotografar e publicar. Qual o objetivo: o linchamento de um morador de rua por munícipes revoltados com a depredação do banheiro público? Faça-me o favor, ou os comentários na página são aceitáveis, aquilo que definem como discurso de ódio.
 
Os responsáveis pela manutenção do banheiro público, estes sim, são cabíveis de punição; a prefeitura sabe como trazer uma resolução, aos moradores de rua, aos vândalos e aos rio-pardenses, e não querem. Preferiram a foto, preferiram atribuir a culpa a um único ser de maneira deplorável.
 
Refaço: Por que caracterizar o morador de rua, desenhista, mediante a uma imagem e através de uma página pública? Porque é mais fácil julgar e deixar que julguem, isso para milhares de seguidores da página no Facebook, fomentar a discórdia entre sociedade, ao invés de corrigir muitos impasses com um cajado só – rua, banheiros, moradores etc.

Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!

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Câmara de Mococa vai investigar contrato e pagamentos realizados à Insaúde

A Câmara de Mococa abriu, na última segunda, uma CEI – Comissão Especial de Inquérito, para investigar possíveis problemas no contrato e no pagamento à empresa Insaúde.
Segundo o site oficial, “Também ficará a cargo da comissão analisar os trabalhos desenvolvidos pelas comissões de monitoramento e avaliação. Os pagamentos efetuados à Organização Social serão alvos da investigação do Poder Legislativo.”
Os parlamentares declaram que se fez necessário a abertura de uma CEI após a Insaúde ter enviado um ofício com a informação da dívida de 5,1 milhões pela prefeitura.
Os trabalhos de averiguação e conclusão da Comissão serão de 60 dias.
Este é seu Jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!
Foto: Câmara de Mococa

O Prédio ainda é discussão, com muitos apelidos, mas quem fará funcionar o UPA

A Câmara municipal de São José do Rio Pardo solicita que o Poder Executivo informe sobre a UPA, Unidade de Pronto Atendimento. O famoso UPA 24 horas, embora o rio-pardense não tenha conseguido usar uma.

Em observação, Mococa possui um UPA, com serviços prestados, pelo papo com alguns munícipes da cidade da vaquinha, de qualidade e com poucas falhas. Sim, com poucas, pois sempre há – agradar a todos é difícil!

Não determino que seja bom ou ruim o UPA quando cito os Mocoquenses, aliás, em 2016, estava em andamento a construção do prédio, isto em São José do Rio Pardo, da tal unidade. Talvez, não fosse o desejo de todos os rio-pardenses, mas trouxeram pra cá, muito dinheiro público envolvido, demora na entrega etc. Hoje, só um prédio vazio.

Recentemente, a circulação de notícias com meias-verdades que colocavam em discussão UPA x Pronto Socorro, ou seja, abre-se o UPA, fecha-se o Pronto Socorro. Então, não abriram UPA, não fecharam o Pronto Socorro, elas por elas, e ninguém toma partido sobre o que resolver. Eu, particularmente, prefiro os dois.

Lembrar que a página Orgulho Rio-Pardense, em um de seus textos, atribuía, meses atrás, a Ernani a meta de implantar o UPA antes das eleições de outubro – semana que vem, é o segundo turno e, em menção ao episódio 71 de Pica-Pau – A Vassoura da Bruxa: “E lá vamos nós”; de novo.

A secretaria de Saúde, Márcia Biegas, já descrevia ao Jornal Democrata, em dezembro de 2017, “que o local não poderia se adequar ao serviço, que haveria uma parede de Blindex na sala vermelha que daria para a rua. Na sala amarela e na vermelha, sem saída para oxigênio e ar comprimido”. Mal feito, concluindo as palavras de Márcia! Márcia prossegue pela indicação do espaço a um prédio de especialidades, à época, e que necessitaria de 800 mil reais para pôr em prática o UPA.

Nem isso e nem aquilo, caro leitor, o fato é que, na boca de todos, o prédio situado nas imediações do bairro Santa Teresa foi um monte de coisas, com muitas denominações e apelidos, mas nunca utilizado!

Este é seu Jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!