Haddad réu: não deixe a história se repetir

Dizem que: para presidente da república, não um pai, um líder, alguém isento de toda a corrupção; se é que isso é possível!

O caro leitor inicia esta leitura e pensa: “Lá vai ele mencionar o Bolsonaro.”, não, mencionarei o Haddad, uma vez que Bolsonaro fala demais, é homofóbico, misógino, racista etc., não corrupto, assim como o Deputado Federal vivia gritando pelo Congresso Nacional e adjacências.

Haddad hoje que critico, e com razões. Fernando Haddad, só esta semana, se tornou réu em ação de Improbidade Administrativa sobre construção e elaboração de ciclovia na cidade de São Paulo. Segundo o R7 e o Ministério Público, o ex-prefeito de São Paulo teria gasto, em cada quilômetro de ciclovia, 613% a mais que trecho semelhante na gestão passada, prejuízo de 5,2 milhões aos cofres públicos. Uma outra denúncia mostra que o candidato à presidência da república pelo PT pagou R$ 245 milhões a empreiteiras envolvidas na Lava Jato, inclusive à Odebrecht, afirma a Exame.

No primeiro caso, Haddad, por virar réu, passa a responder por processo judicial, o que não seria algo tão plausível e concernente com a atual situação eleitoral, porque, para a maioria dos brasileiros, principalmente aqueles que são antipt, seria melhor um candidato que não possua indícios de corrupção do que alguém que esteja com processos em andamento, e se também considerarmos a recente história relacionada ao Partido dos Trabalhadores, houve muita lavagem de dinheiro, pedaladas, triplex – exemplos que chegaram a destituir uma presidente ptista e a colocar na cadeia um dos maiores líderes de massa do Brasil, o Lula.

Como as pesquisas revelam que Jair Bolsonaro, confirmado no 1º turno, tem aproximadamente 46% das intenções de votos, então não temamos a ascensão de Haddad ao poder, porém, se por ventura o poste de Lula ultrapassar Bolsonaro, afirmo que a história recente brasileira se repetirá, e quem governará a republiqueta de bananas será, novamente, um vice – isto se o vice ou a vice não cometerem atos impróprios, irregulares com o bem público. Como já é comum do PT crimes e investigações – Antônio Palocci, Dilma, Lula, quase Haddad – corrupção não mais, e nem a chance de ressuscitar fatos ilícitos neste país.

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre
Foto: Veja

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Câmara de vereadores aprova projeto de lei de proibição de obras públicas incompletas e sem uso

A Câmara municipal de São José do Rio Pardo aprovou, na última terça, 9,  por 7 votos a 5, o projeto de lei nº 24, que proíbe “a inauguração e entrega de obra pública municipal incompleta ou que, embora concluída, não esteja em condições de atender aos fins a que se destina”.

O projeto de lei ainda deve ser apreciado pelo Poder Executivo para posterior sanção ou veto.

Comentário – Falando em obras incompletas – UBS Natal Merli, incompleta e sem uso; ESF Bueno Aires, apesar de a Prefeitura já afirmar que os trabalhos da unidade comecem em outubro, incompleta e sem uso. O prédio que seria uma UPA, sem uso. Quantas outras obras ficarão nestes estados?

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!
Fotos: Prefeitura Municipal e Câmara

Poderes Perdidos – São José do Rio Pardo

Caetano Veloso expressava na década de 80: “enquanto os homens exercem seus podres poderes”. Por 20 anos, os homens desta cidade assim exerceram de formas ineficazes os poderes assim garantidos pela constituição: um executivo incompetente, um legislativo mal instruído e um judiciário ineficiente.

Sim, a descrição, caro leitor, lhe remete ao caso Lupianhes, aqueles imóveis irregulares, que ressurgiram depois de anos tramitando na justiça, e que foram construídos clandestinamente em um local próximo a uma área de preservação ambiental – Tudo isso em uma cidade com, no mínimo, 50 mil habitantes. Em uma das matérias jornalísticas do jornal online Agora Rio Pardo, o promotor de justiça José Zan declara que o município é responsável por fazer “vista grossa”, que “a administração pública, só de permitir que surjam estes loteamentos, já é responsável pela regularização ou desfazimento. – princípio de um executivo incompetente e de um legislativo mal instruído. 

O promotor diz que o poder judiciário passou a cobrar, com o tempo, o próprio Município – ou seja, já havia cobranças para o Poder Legislativo municipal e para o Poder Executivo municipal, mas elas não foram cumpridas, não houve, ao longo de quase 20 anos, nenhuma proposta de lei advinda da Câmara de Vereadores para regulamentação – percebe-se que ninguém quer que derrube, né?!

Quanto ao poder judiciário, não há certeza de que por duas décadas existam cobranças por regularidades ou desfazimento, torna-se até contraditório, tem-se a impressão de que a lei não se cumpre e que não existem fiscalizações: principio de um judiciário ineficiente. Imprescindível, nesta perspectiva, complementar as informações com: como não há uma relação congruente entre os poderes,  pode-se permitir a inserção de loteamentos clandestinos nesta cidade. Vamos lá, são cálculos simples, se não estiverem enganados, quantos outros clandestinos estão por aí?

Vale ressaltar, ainda dentro da argumentação proposta, é desse “diz que me diz” e daquele “passa ou repassa” que se sustenta uma São José do Rio Pardo. Diz que me diz  que o lote é irregular, várias pessoas serão prejudicadas, e que é necessária a regularização ou desfazimento da coisa – mas nenhuma resolução, e, claro, graças à não resolução, quem comprou aquela irregularidade movimenta um pensamento: “Deixa a estrada arrolar. Ops, “rolar”!” Já o passa ou repassa se apresenta conforme um poder confia a outro as resoluções – mas nenhuma solução. Não é problema meu – intercalam-se os princípios derivados deste artigo de opinião; um executivo incompetente, um legislativo mal instruído e um judiciário ineficiente.

O único problema que não é deles, é do povo, é a não harmonia destes poderes perdidos. Sem eles agindo de maneira proporcional, os direitos pertencentes ao povo, o povo rio-pardense, acabam se esvaindo. Para tal mudança, espera-se que estes poderes sejam recuperados, com competência, boa informação e eficiência, desta maneira, homens não poderão exercer seus podres poderes.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Participantes do Forró cobram por retorno do evento nos fundos do DEC. Promessa de adequação do espaço aconteceu há dois anos, pelo atual prefeito

O Wikipédia descreve o forró como um ritmo musical e uma dança que teve origem no Nordeste do Brasil, bastante popular em épocas de festas juninas, aliás, neste mês. Em São José do Rio Pardo, o forró quase sempre é executado o ano inteiro e frequentado principalmente pela terceira idade. Entretanto, o local sediado não tem animado participantes há dois anos.

A população tem cobrado o poder Executivo e Legislativo para reimplantar o forró nos fundos do DEC – Departamento de Esporte e Cultura, que graças ao impedimento do Corpo de Bombeiros há dois anos, não pôde mais realizar o evento. Zildo Delmondes, o Zildão, vereador pelo PSB, diz ter sido cobrado recentemente: “populares têm me pedido que alguma providência seja tomada para que o forró retorne ao Tartaruguinha.”

Hoje, o forró acontece aos domingos, das 18h00 às 22h00, no clube do Vasco, localizado próximo ao DEC, na avenida Euclides da Cunha. “No Vasco, é pouco espaçoso, sem ventilação e ainda aquele piso não é apropriado para dança. O atual prefeito, quando se tornou candidato, subiu até um palanque e nos prometeu que faria uma reforma no tartaruguinha para que o ambiente estivesse adequado às exigências do Corpo de Bombeiros. Ele nos deu 90 dias de espera, já se passaram muitos outros dias.”, afirma o senhor José, o Zezão, integrante do Centro Integrado da Terceira Idade de São José.

Iury Feres Abrão, Presidente-Diretor do Departamento de Esporte e Cultura, explica ao jornalista Gabriel Fécchio sobre a necessidade de averiguação e autorização por parte do Corpo de Bombeiros para organizar qualquer evento no tartaruguinha. “Para se fazer o forró, nós dependemos do AVCB – ‘Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros’, como um alvará de funcionamento. É este AVCB que deve garantir a segurança dos que estejam em atividade de Forró. Porém, devemos atender o exigido pelo Bombeiros, como portas de incêndio, portas de pânico, para receber este AVCB.”, explica Iury.

Maria Aparecida Fidelis, de 69 anos, vai às festas de forró no Vasco e comenta que dentre algumas das reclamações a falta de lugares no local para se acomodar ou sentar preocupa a maioria dos idosos visitantes. “Eu prefiro os dois lugares, Tartaruguinha ou Vasco, mas no tartaruguinha, como existem aquelas arquibancadas, acabava por acomodar o maior número de pessoas. E outra coisa, foi uma promessa feita pelo prefeito.”, relata.

Iury destaca que o DEC já deu entrada nos papéis e entrega de documentos, junto à Caixa Econômica Federal, para solicitação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, já na semana passada. Quanto às adequações do espaço, o Diretor de Esportes declara que já foi destinada uma verba de aproximadamente 268 mil reais, 250 mil reais advindos de emenda parlamentar do Governo Federal, e 18 mil reais, oferecidos pelo DEC, que serão usados para modernização de todo o ginásio de esportes.

“Também será enviada à Câmara de Vereadores, para o uso desta verba, a abertura de crédito adicional. Começamos a obra, que por ser uma obra externa não deve demorar mais de 30 ou 40 dias. O projeto incluirá acessibilidade e segurança para todos, desde deficientes físicos a idosos. O maior problema é a questão do período eleitoral, se nós não conseguirmos agilizar a documentação até no início de julho, a obra só será iniciada após o término das eleições.”, revela Iury.

Auto de Vistoria Contra Incêndios

Conforme o site oficial do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, “O A.V.C.B é um documento emitido certificando que, durante a vistoria, a edificação possuía as condições de segurança contra incêndio (É um conjunto de medidas estruturais, técnicas e organizacionais integradas para garantir a edificação um nível ótimo de proteção no segmento de segurança contra incêndios e pânico.).” 

O auto de vistoria é exigido em casos como reformas, mudanças, ampliação de áreas, regularização de área de risco e construções provisórias. Residências familiares não são obrigadas a terem o documento de autorização de uso.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Praças de Pedágios deverão retirar cancelas de cobrança automática em todo o Estado de São Paulo

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Alesp, através do projeto de lei nº 940, de 2015, deve proibir a utilização de cancelas em todas as praças de  pedágios do Estado de São Paulo. A medida proibi apenas cancelas nos sistemas de pedágio automático, como o Sem Parar.

“Determina a retirada das cancelas de todas as praças de pedágio adaptadas ao sistema de “pedágio automático” – Sem Parar / Via Fácil, Conectcar, Auto Expresso, DBTRANS etc. – em todas as rodovias do Estado, de concessionárias ou não concedidas.”

A proposta é do deputado estadual Edmir Chedid, do DEM, que justificou o número de acidentes crescentes pela demora da abertura de cancelas no momento da passagem dos veículos. Como solução, o deputado descreve que o sistema “deve permitir o registro fotográfico do veículo em sua passagem pela faixa de cobrança eletrônica”, a fim de controlar a velocidade que transita o veículo. 

O projeto, que já havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa em 12 de dezembro de 2015,  foi vetado pelo ex-governador Geraldo Alckmin em 19 de janeiro de 2016. O veto, em 2 de fevereiro de 2016, foi distribuído às Comissão de Constituição Justiça e Redação, Comissão de Transportes e Comunicações e Comissão de Constituição Justiça e Redação, que decidiram rejeitar o veto e aprovar novamente o PL 940 na última quinta-feira, dia 7 de junho de 2018. A lei segue para promulgação.

Rodovias Estaduais

O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo, DER-SP, informa que existem 207 rodovias no estado. Dessas 207, 65 possuem praças de pedágios administradas por empresas concessionárias, inclusive a Renovias, responsável pela manutenção das SP-215 -Vargem Grande do Sul/Casa Branca, SP-340 – Campinas/Mococa, SP-342 – Mogi Guaçu/Águas da Prata, SP-344 – Aguaí/Vargem Grande do Sul, SP-350 – Casa Branca/São José do Rio Pardo.

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Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

O Prédio ainda está lá: O Elefante Branco

Construções inacabadas são fáceis de serem identificadas. A fórmula é simples: uma obra em local acessível que já deveria estar pronta e ultrapassou o tempo limite de entrega. Elas são encontradas em todos os ambientes, como um município, estado, país; sendo públicas ou privadas, de interesse público ou não. Se for paga com dinheiro privado, não é da conta de ninguém, mas com o dinheiro público, o fato ganha proporções maiores.

Um caso antigo voltou a ser propagandeado em São José do Rio Pardo, trata-se do prédio abandonado da FEUC, aos fundos do bairro Jardim Aeroporto. Esquecido há mais de 4 anos, o campus começou a ser projetado no mandato do prefeito João Luis Cunha e era responsabilidade do próximo prefeito de finalizar o processo. João Luis se foi e a obra também. João Santurbano, ex-prefeito, preferiu se preocupar, na época, com outros problemas, como por exemplo, transformar “problemas” em enfeites. Até que a construção serviu para um objetivo: ocupar espaço.

Um vídeo antigo no Facebook mostra o descaso. Rafael Kocian, hoje vereador, fez imagens do patrimônio publico, que está destruído, em condições deploráveis e que os materiais foram lá colocados pela atual administração da FEUC. Os responsáveis se pronunciaram pelo caso afirmando que aquele material era inservível e que já havia pedido à prefeitura que colocasse monitores para cuidar do local. Pergunta: por que colocar um material sem uso e inservível em um local que está abandonado há anos? Não havia outro espaço? Justamente lá foi posto. Uma nova polêmica envolvendo o centro acadêmico se originou. Sem muitas informações, o conteúdo do vídeo se torna subjetivo, sensacional, fazendo com que órgãos já mencionados atirem a responsabilidade um para outro. Olha, eu não fiz nada, sou inocente! Dizem que a corda estoura no lado mais fraco, com certeza, não são estes, e sim, o povo rio-pardense.

Comumente, na comunicação, quando há esse tipo de sensacionalismo, cria-se uma realidade de dúvida e busca por respostas. Como a sociedade mais assimila o que vê e pouco procura por fontes reais de derivação da informação, as intenções dos envolvidos  em apresentar os fatos – o prédio da FEUC – acabam se tornando uma forma de tirar proveito ou isenção da situação. Cada um apresenta seu discurso de defesa, no qual alguns fingem não saber o que se passa e outros fingem estar sendo prejudicados. É melhor tirar o meu da reta antes! É o mesmo com esse prédio inabitado, o tal do Elefante branco da FEUC, ele se parece com a informação sensacional: sem vida, sem conteúdo, sem utilidade, tentando atrair o público, e que enquanto não for concluída, preenchida, servirá para criar discussões e discussões generalizadas sobre o assunto, porém nenhuma atitude por parte de quem tem que agir realmente. A proposta agora é esperar que Ernani, atual prefeito, termine de vez a obra, senão esta cidade vai se tornar árvore de natal de tanto enfeite por aí, porque, sinceramente, não é só a FEUC que está nesse mesmo dilema.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

Jovem Rio-pardense é a primeira selecionada como Jovem Deputado na cidade. 4 projetos de lei de São José foram inscritos no Programa Parlamento Jovem Paulista

Maria Eduarda A. Feltran, a Duda, estudante do ensino fundamental na escola Dr. João Gabriel Ribeiro,  é a primeira rio-pardense com destaque no Parlamento Jovem Paulista.

Através das orientações da professora Sofia, a garota desenvolveu um projeto de lei relacionado ao direito de comunidades LGBTTS. Duda afirma que foram 2 meses de trabalho árduo para desenvolver este projeto e se inscrever no Parlamento Jovem 2018:

“O projeto demorou 2 meses para ser concluído. A professora propôs aos 9º anos, no qual três outros alunos e eu tivemos interesse em participar. O meu foi escolhido pela escola e mandado para o Parlamento, logo mais sendo aprovado. A ideia do projeto surgiu da alta taxa de crimes cometidos contra  a comunidade LGBTTS.”

Segundo a orientadora e professora Sofia Valeriano S. Ratz, a indicação de inscrição no Parlamento Jovem veio a partir de um comunicado da Câmara Municipal, pelo vereador Rafael Castro Kocian. Sofia declara que divulgou sobre as inscrições e as formas de elaboração de projetos de lei aos alunos dos 9º anos da escola João Gabriel. “A participação era por adesão. Recebi 4 projetos, orientei para que houvesse modificações. Por fim, precisaria passar por um processo seletivo dentro da própria escola, porque só poderíamos enviar um. O projeto da Duda foi escolhido e ficamos satisfeitos.”, diz Sofia.

A mãe da Duda, Analee Feltran, acompanhou, junto à professora, todo o processo de desenvolvimento do projeto de lei até o fim e destaca que a filha caçula, durante todo o ir e vir desse Parlamento estadual, amadureceu tanto como pessoa quanto pessoa na e para a sociedade. “Quando a Duda me falou do projeto, nós sentamos, conversamos, analisamos a ideia. Com isso, eu decidi ajuda-la com possíveis modificações, principalmente no sentido de como ela enxerga os “LGBTTS” em relação a ela e aos outros.”

Analee explica que esse PL é de suma importância à comunidade em geral e LGBTTS, pois garante os direitos e as obrigações daqueles que precisam, daqueles que não são vistos.  “A sociedade os vê diferente, mas eles não são. Isso foi o propulsor que moveu a Maria Eduarda a querer iniciar o projeto e estar no Parlamento Jovem, tentar fazer valer.”

Parlamento Jovem Paulista

O Parlamento Jovem Paulista é uma iniciativa da Alesp, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Com 19 edições, o Parlamento Jovem tem por objetivo atrair escolas, professores e alunos para vivenciar um deputado: “Deputado por um Dia.”

Para a professora Sofia Ratz, “o projeto pode ajudar o jovem a entender como funciona nosso sistema político. Ajuda a entender na prática o que as crianças e adolescentes estudam na escola, por vezes, de forma teórica, mas o programa não substitui a importância do professor e da família na educação dos jovens, sendo um grande apoio na aprendizagem.”

O programa seleciona alunos dos nonos anos, antiga oitava série do ensino fundamental, ensino médio e técnico de qualquer escola, seja pública ou particular. Os alunos devem enviar um projeto de lei com características exigidas no edital de participação. De todos os concorrentes, apenas 47 alunos serão promovidos a Deputado. Dessa forma, os 47 ocuparão cadeiras destinadas à Agricultura e Meio Ambiente; Defesa do Consumidor; Cultura e Educação; Saúde; Segurança Pública; Direitos Humanos; Esportes e Turismo; Transportes e Urbanização.

“Já na Assembleia Legislativa, a Duda e os outros montaram pequenas comissões de acordo com o tema de cada um – saúde, educação, direitos humanos. Depois, os 47 se reuniram no plenário para aprovar os projetos, isso com debates, questionamentos, pedidos de mudanças, acréscimos, substituições. No final,  o projeto da Duda foi entregue a um dos deputados da casa, para ser analisado de forma minuciosa e atenciosa.”, pontua Analee.

A edição de 2018 recebeu 261 projetos de lei inscritos, entres estes 4 projetos de São José do Rio Pardo. Da cidade, o projeto da Duda, relacionado ao partido Direitos Humanos, foi o único escolhido. A garota espera que seu projeto seja avaliado e transformado em lei posteriormente.

“A sociedade nega tudo que é diferente. A unica coisa que eu peço é que sejamos tratados iguais. Somos reais, somos humanos, não tem que haver essa discriminação com a comunidade LGBTTS.” finaliza Duda. 

Homenagem na Câmara municipal

Na última terça, dia 8, Maria Eduarda Feltran e outros colegas, que enviaram e se envolveram com o Parlamento Jovem, foram homenageados pela Câmara de vereadores de São José do Rio Pardo. Analee Feltran, Sofia Ratz e todos os vereadores estiveram presentes na ocasião.

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Na foto, a Professora Sofia e a aluna Maria Eduarda

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE