Fliperama, aparelhos de computador, e informática – O Videogame Solidário

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André Batista, Analista de Sistemas, 22 anos, e Gustavo Micheloni, 20 anos, idealizaram o Videogame Solidário. André se baseou em uma lembrança de sua vida para propor a ideia.

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Ou seja, o objetivo consiste em ensinar crianças, adolescentes, também idosos, aqueles que não têm contato direto com um computador, a aprenderem a usar ferramentas da informática no seu dia a dia, além de desenvolver, com os games, o raciocínio lógico, a percepção sobre a realidade.

O jornalista perguntou a André se as crianças têm mais facilidades de jogar um jogo como o Mário (clássico do Super Nintendo), ou se elas têm mais facilidade de abrir um arquivo em PDF. O Analista de Sistemas declara que esta geração de crianças está mais relacionada aos celulares, então desconhecem as funções básicas da informática, ou o Super Mário, que foi sucesso na década de 90.

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As aulas de informática solidárias serão lecionadas em um espaço físico principal, que, segundo André e Gustavo, será concedido pelo Departamento de Esportes e Cultura, DEC, e nos espaços concedidos por meio de parcerias com escolas públicas e privadas.

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Gustavo se vê ansioso. Gabriel, jornalista, pede a ele para que informe sobre possíveis novidades que surjam. 

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Enquanto aguarda pelas respostas de Yuri e da diretora da escola Euclides, André passa o tempo em reformar máquinas velhas, transformá-las em produtos para o projeto com peças doadas por rio-pardenses, amigos e colegas. Um desses produtos reformados é um videocassete.

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Os softwares (conteúdos do PC) utilizados no Videogame Solidário, como as plataformas Linux, serão gratuitos, de códigos abertos e livres, sem nenhuma restrição. Os códigos constituem a formação de André, no trabalho e no cotidiano.

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André define que o termo Solidário na denominação da proposta não seja apenas para significar que as aulas são gratuitas, mas também com o propósito de alcançar pessoas carentes, em situação de pobreza. André não se conforma que o município ainda tenha alguns indivíduos fora do contexto de inclusão digital. Esta é a meta dele, incluir todos com dinâmica, diversão, informação, com games e informática.

Eu sou seu jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!

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No Meu Bule Não!

Uma Julieta Moderna

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Depois do episódio em que uma fazenda certificada pela Starbucks é flagrada utilizando trabalho escravo, em agosto desse ano, uma nova campanha está mobilizando a internet. A hashtag “No Meu Bule Não” alerta para a situação que coloca em risco 450 famílias do Quilombo Campo Grande, em Minas Gerais.

Desde 1998, a Fazenda Ariadnópolis é disputada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que espera que essas terras sejam destinadas para a reforma agrária.

Em 2011, foi requerida pela massa falida da companhia agropecuária “Irmãos Azevedo” (Capia) a “Ação Reintegratória de Posse nº 0024.11.188.917-6”, que ficou parada durante 5 anos, até que foi homologado o plano de recuperação judicial de Capia, em 2016. A partir daí os interesses do barão do café, João Faria da Silva entram em jogo. A minuta da massa falida dos Irmãos Azevedo incluía o arrendamento de 3.195 hectares da Fazenda Ariadnópolis para a Jodil…

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Os Brasileiros de o Pica-Pau: “Vamos às Cataratas de Nova Rezende”

Cenário chuvoso em Petúnia, distrito de Nova Rezende, em 19 de novembro. Nunca foi tão real a afirmação: “Dia gostoso para se estar deitado”. Entretanto, a labuta é um martírio de todos, pelo menos, em uma ocasião de monotonia até em horas de trabalho, emerge, assim, o lado criativo pessoal. Pensar que minha avó já dizia que mente vazia, condomínio do diabo, embora os personagens desta história literária jornalística acabaram por reverter a significação desta frase que inclui o pai da mentira.

Bruno Paulino, frentista em um posto de combustível em Petúnia, transformou um momento de simples excitação temporal e climática em uma cena, com traços individuais e realísticos, igual àquela do episódio do Pica-Pau: Vamos às Cataratas. Aqueles que tivessem participado da produção audiovisual nem sequer compareceriam às cataratas do Niágara, apenas apresentaram um simulacro do acontecido, de 1956, de o Pica-Pau.  

Eu, o jornalista Gabriel Fécchio, haveria de receber o vídeo em meu celular através de uma amiga.

Inicia-se, 20 de novembro:

Gabriel: – Ana Paula, este pessoal que está no vídeo é de Mococa?

Ana Paula: – Não!

Então, vamos até a fonte. Era fácil, nasceu no Facebook. Um compartilhamento, logo, os responsáveis pela criação estariam em um perfil longínquo de mim. Entre os cinco participantes, escolhi o perfil de Bruno. Não demorou para que me respondesse; um homem bastante educado e carismático.

Gabriel: – Bruno, de onde surgiu a criatividade para se fazer o vídeo?

Bruno: – Foi algo instantâneo. Estávamos no serviço, todos de capa amarela – eu, o Regis Alves, Renato Prass, Elaine Magalhães e o Benjamin; com um Baril, mais a chuva e o movimento parado do bairro, e alguém mencionou os personagens de o Pica-Pau. 

Em “Vamos às Cataratas”, Pica-Pau tenta descer o Niágara em um barril, porém é impedido pelo guarda responsável pela área, que desliza as grandes cachoeiras enganado pelo pássaro. No episódio de Bruno, as cataratas eram as águas que escorriam em contato ao meio-fio, e o barril não carregava ninguém. Bruno diz que tinha um candidato.

Gabriel: – Em o Pica-Pau, tinha o guarda para se opor ao ato do pássaro, e no caso de vocês?

Bruno: – Tinha sim, o Alan Parrudo, mas a água não deu conta de tocar.

Ironicamente, tão irônico como a conversa entre mim e o Bruno, foi a reação de todos eles quando o vídeo se tornou sucesso. São milhões de visualizações em alguns dias. E eles acham engraçado e estão felizes. Para mim, já são mais de horas acordado para fazer este texto e pesquisar além do fato. De forma teórica, as Cataratas norte-americanas atraem muitos turistas, e a última vez que uma pessoa desceu em queda livre foi em 1990.  As leis proíbem; é ilegal. O brasileiro consegue mais. É legal, criativo, foi lá no município de Nova Rezende, Minas Gerais.

A fórmula é – criatividade, cinco brasileiros, capas amarelas, um barril e muita, mais muita chuva. Observe, São Pedro se enraiveceu pois a água transbordava a calçada. “Bruno descreve que os efeitos especiais foram cedidos por São Pedro“. Aliás, época do ano que chove demais em Petúnia. Em São José do Rio Pardo também tem chovido. Pouco, mas choveu. 

Pensamento: Fiquei preocupado. Minha mãe pediu para retirar os aparelhos da tomada.

Falava com Bruno pelo Facebook; se trovoava, não poderia desligar o computador nesse instante.  Tudo começou com a chuva, por que terminar agora?! Bruno, Elaine, Regis Alves, Renato Prass, Elaine Magalhães e o Benjamin confirmam a mesma ideia, um novo vídeo em breve. Talvez, faça jus estas palavras – precisaria iniciar este novo texto – Os brasileiros das cataratas de Pica-Pau, e isso tudo ocorre “Quando a pessoa assiste muito Pica-Pau”.

Eu sou seu jornalista de sempre, Gabriel Fécchio! 

O Transporte Escolar Público Rio-pardense vai mudar – O que não foi explicado

A polêmica quanto ao transporte escolar data do início deste ano vigente. A mudança era prevista para agosto, mas não foi adiante.

Em 2019, o transporte público será destinado àqueles que residem em locais em que a escola mais próxima está acima do limite de percurso permitido. Como Jornalista, eu, Gabriel Fécchio, quero esclarecer, através de argumentos, o caso dos Transportes:

A Prefeitura retirou o transporte escolar dos alunos rio-pardenses?

Não. Na verdade, as discussões para que o transporte seja limitado pela área espacial são antigas. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que compete aos Estados assumirem o transporte dos alunos matriculados na rede Estadual – Euclides da Cunha, João Gabriel Ribeiro, Tarquínio, Cândido Rodrigues, Laudelina, Stella, são escolas públicas estaduais. O município é responsável pelo transporte municipal.

Meu filho não poderá estudar na escola que eu quero?

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece à criança e ao adolescente o direito de estudar o mais próximo possível de sua residência. Sempre haverá prioridade em caso de proximidade, com objeção se existirem vagas. Quer dizer, quando matriculados todos os alunos dentro da área espacial escolar é que poderão matricular outros alunos.

Foram matriculados os alunos da localidade, tem vaga, a vaga é sua? E o transporte?

Sim, a vaga é sua. Já o transporte é responsabilidade da família, uma vez que, pensamos em São José do Rio Pardo, o Estado deve atender quem está dentro dos limites exigidos. Escolas são suficientes, não suficientes para se adequar aos seus critérios.

O Estado cortou gastos?

Talvez, mas ele cumpre o que por lei se propõe desde 1996. Não há mais motivos para se ter gastos excessivos. São José do Rio Pardo tem sete escolas estaduais, principalmente que incluem Ensino Fundamental e Médio, com amplas condições de acesso, estas localizadas no Vale, ou no Santo Antônio, ou no Centro, ou no Vila Pereira, algo diferente de muitos anos atrás.

Ao invés de retirarem o transporte, por que não o melhoram?

Só o fato de diminuírem a frota já é justificativa para poderem melhorá-la, porque não gastarão tanto como antes, logo, mais dinheiro, maiores adequações e benefícios.

#Imparciup #Starkassistencia #Doutorsmartsjrp #PegaPegasjrp#Dricakesjrp #4NerdsOficial

Fim do Horário de Verão: e o sábado continua. Horário será diferente em Novembro

O título desta notícia parece ter conotação satírica, engraçada, mas o horário de verão termina neste domingo, ou melhor, neste sábado.

À meia-noite, dia 18, moradores do Estado de São Paulo devem atrasar o relógio residencial em 1 hora – válido para São José do Rio Pardo. Celulares e Computadores são automáticos.

Este ano, graças a um decreto do presidente Michel Temer, o horário de verão está previsto para o mês de novembro, dia 4, um mês após o habitual, outubro. Segundo informação do site G1 de notícias, “a mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos nas eleições”, isso em determinadas regiões, como o Acre, no qual fecham as urnas três horas após o fechamento das urnas nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste, pela diferença de fuso-horário.