Vantagens e Desvantagens de Pavimentação de Ruas em São José do Rio Pardo. Tema será debatido na Câmara

A Câmara de São José do Rio Pardo deve realizar audiência pública sobre as vantagens e desvantagens de pavimentação de paralelepípedos, em 30 de Outubro, terça-feira.

As informações são da página oficial da Câmara Municipal. A audiência visa a analisar o projeto de lei nº 51, que revoga a lei municipal nº 4.461.

Os Oradores serão Alfredo Carlos da Costa Figo, Fernando Pinheiro Passos, Marcelo Nogueira Rocha e Rosana Soares Bertocco Parisi.

Como curiosidade, a lei nº 4.461 proíbe o asfaltamento de 32 vias, ruas e avenidas, inclusive a Francisco Glicério e Francisquinho Dias. Em 23 de abril deste ano, a Câmara promoveu uma consulta pública para saber a opinião popular sobre pavimentar ou não estas 32 vias. 46,81% dos participantes da pesquisa foram contra a pretensão de asfaltamentos das vias.

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O Partido dos Confusos

O PSDB é o partido dos confusos, porque não sabe qual linha ideológica política seguir. Confusos, quando um de seus candidatos afirma governar por 4 anos a cidade de São Paulo, mas fica menos de dois – este é o João Dória.
 
Também, perdido, quando as alianças se tornam adversárias, porém o Partido PSDB não se decide se apoia a aliança ou a oposição.
 
No governo Alckmin, segundo índice já registrado pela SSP (Secretaria da Segurança Pública), matéria também do site UOL, o número de pessoas mortas pelas polícias Civil e Militar no Estado de São Paulo chegou a 939 em 2017. Número expressivo, o que significa que o trabalho policial não foi bem organizado nesta gestão.
 
João Dória, em sua entrevista ao Pânico no Rádio – Jovem Pan, declara que deve reforçar e priorizar a segurança, caso eleito, através do “a polícia vai atirar para imobilizar, se continuar a reagir, vai atirar para colocar no cemitério.” Alckmin e Dória parecem estar de acordo com a postura. Entre eles, o discurso é de falsidade e de traição – não podem ser confiáveis, não oferecem credibilidade ao eleitor.
 
Aliás, Dória, com estes discursos de segurança, espera que Bolsonaro invista em sua candidatura ao Governo de São Paulo – parceria ainda sem respaldo, embora o PSL, em São Paulo, se oriente pela eleição de França, PSB. Alckmin deve não considerar aceitável a busca de Dória pela aprovação de Bolsonaro, ora, Alckmin e Bolsonaro são concorrentes, e Alckmin, nos debates, sempre ressaltava que era “oposição a ambos, pois é a favor do Brasil.”, uma fala de Alckmin que é, como o seu partido, confusa, de um homem que está em cima do muro.
 
Como eleger um partido que os próprios participantes não se compreendem, em que um ou outro não se respeita, que não possuem opinião própria? Soa fora de si e do comum senso. Se o PSDB é desordenado, confirmo que sempre foi nestes últimos 22 anos, continuará a não contribuir com o desenvolvimento do estado, isto é, caro leitor, se eles retornarem ao poder pelo voto no dia 28 de outubro.
Foto: A Tribuna Jornal
Gabriel Fécchio, seu Jornalista de sempre!

Prefeitura de Mococa prevê implantação de Hemodiálise através de verba parlamentar

A prefeitura de Mococa divulgou, nesta terça, 16, o pedido de destinação de R$ 700 mil reais para a aquisição dos equipamentos para a hemodiálise, que, segundo a prefeitura, irá funcionar no antigo Pronto Socorro. O valor será autorizado pelo Deputado Federal Fausto Pinato através de Emenda Parlamentar.

Conforme o prefeito Felipe Naufel, “A conquista dos equipamentos é o primeiro passo para a realização deste sonho. Há meses estamos pleiteando a instalação de um centro de hemodiálise para nossa querida cidade.”

O prefeito também informou a necessidade de melhorias no local de implantação do Centro de Hemodiálise, como a qualidade da água, higiene e restrição de circulação na área.

“Serão necessárias algumas autorizações, mas estamos dispostos a correr atrás. O caminho ainda é muito longo, mas de mãos dadas vamos conquistar esse importante passo para a saúde de Mococa. Nossos pacientes merecem conforto e mais segurança”, declarou Felipe Naufel.

Foto: Prefeitura Municipal de Mococa

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Haddad réu: não deixe a história se repetir

Dizem que: para presidente da república, não um pai, um líder, alguém isento de toda a corrupção; se é que isso é possível!

O caro leitor inicia esta leitura e pensa: “Lá vai ele mencionar o Bolsonaro.”, não, mencionarei o Haddad, uma vez que Bolsonaro fala demais, é homofóbico, misógino, racista etc., não corrupto, assim como o Deputado Federal vivia gritando pelo Congresso Nacional e adjacências.

Haddad hoje que critico, e com razões. Fernando Haddad, só esta semana, se tornou réu em ação de Improbidade Administrativa sobre construção e elaboração de ciclovia na cidade de São Paulo. Segundo o R7 e o Ministério Público, o ex-prefeito de São Paulo teria gasto, em cada quilômetro de ciclovia, 613% a mais que trecho semelhante na gestão passada, prejuízo de 5,2 milhões aos cofres públicos. Uma outra denúncia mostra que o candidato à presidência da república pelo PT pagou R$ 245 milhões a empreiteiras envolvidas na Lava Jato, inclusive à Odebrecht, afirma a Exame.

No primeiro caso, Haddad, por virar réu, passa a responder por processo judicial, o que não seria algo tão plausível e concernente com a atual situação eleitoral, porque, para a maioria dos brasileiros, principalmente aqueles que são antipt, seria melhor um candidato que não possua indícios de corrupção do que alguém que esteja com processos em andamento, e se também considerarmos a recente história relacionada ao Partido dos Trabalhadores, houve muita lavagem de dinheiro, pedaladas, triplex – exemplos que chegaram a destituir uma presidente ptista e a colocar na cadeia um dos maiores líderes de massa do Brasil, o Lula.

Como as pesquisas revelam que Jair Bolsonaro, confirmado no 1º turno, tem aproximadamente 46% das intenções de votos, então não temamos a ascensão de Haddad ao poder, porém, se por ventura o poste de Lula ultrapassar Bolsonaro, afirmo que a história recente brasileira se repetirá, e quem governará a republiqueta de bananas será, novamente, um vice – isto se o vice ou a vice não cometerem atos impróprios, irregulares com o bem público. Como já é comum do PT crimes e investigações – Antônio Palocci, Dilma, Lula, quase Haddad – corrupção não mais, e nem a chance de ressuscitar fatos ilícitos neste país.

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre
Foto: Veja

Comentário – A solução então para acabar de vandalizar…

Os comentários sobre o assunto são todos os quais o rio-pardense anseia para que o bem público seja conservado e mantido em bom estado.

“Penso que se tivesse a segurança na praça – guardas municipais, não aconteceria atos de vandalismo”. Fabrício Sousa, comentarista nesta página, um amigo, colocaria tão justa a perspectiva que há vandalismo sem a presunção de segurança.

Entretanto, costumam alguns guardas ficar na praça no período diurno, concordo que não os vejo durante o período noturno.

“Pessoal, não podemos jogar toda a responsabilidade nos guardas municipais. Infelizmente, são poucos guardas pra muito serviço. Sempre a população culpa os guardas pela falta de educação e vandalismo de muitos por ai.”, segundo outra participante da discussão.

Pois é, educação vem de berço, prejudicar o patrimônio público só demonstra o quão estúpida uma pessoa poderia ser, uma vez que é com o dinheiro público que se constrói patrimônios do povo. Em contrapartida, São José do Rio Pardo não tem muitas tarefas a fim de que os guardas municipais sejam defendidos desta forma. Acho que não! Como a Polícia Militar informa em seu site oficial – só a sensação de onipresença da polícia já é o suficiente para impedir eventuais situações criminosas. Quer dizer, se o vândalo percebe que o ambiente é propício e cômodo para destruir, ele não perderá a chance de fazer.

Neste sentido, qual a solução mais plausível para inibir depredações? Em Belo Horizonte, “a Guarda municipal garante fazer patrulhamento em viaturas 24 horas por dia. Os trabalhos são auxiliados por câmeras do Centro Integrado de Operações (COP-BH) para a identificação de suspeitos.”, relata o Jornal Hoje em Dia.

A Prefeitura de São José do Rio Pardo detém de dinheiro para implantação de câmeras de monitoramento? A mesma prefeitura que não teria condições de pagar o salário de seus funcionários até uns 15 dias atrás. Respondido!

O fechamento dos banheiros se torna a melhor alternativa no momento, pois, devo confirmar, ah não ser pelos festivais, e ressaltando que muitos horários de circulação de ônibus mudaram, não há necessidade de deixar os estabelecimentos públicos abertos em horários noturnos, horários que, diga-se de passagem, não são admirados pelo povo rio-pardense, como depois das 20, e como descrito na página da prefeitura por outro rio-pardense: “nos últimos meses, tenho ficado com medo de andar pela cidade”.

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!
Fotos: Prefeitura Municipal

Banheiros Públicos do Centro são alvo de vandalismo constantes, segundo a Prefeitura

Os banheiros da Praça da Matriz foram depredados neste final de semana. A Prefeitura municipal afirma que as ocorrências têm sido frequentes e que os banheiros também são usados para consumo de entorpecentes.

“Equipamentos como as caixas de descarga, recipientes para colocação de papel e sabão estão constantemente quebrados por ação de vândalos.”, declara a página oficial da prefeitura no Facebook.

A prefeitura ainda cogita fechar os banheiros no período noturno e aos fins de semana.

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre
Fotos: Prefeitura Municipal e Câmara

Câmara de vereadores aprova projeto de lei de proibição de obras públicas incompletas e sem uso

A Câmara municipal de São José do Rio Pardo aprovou, na última terça, 9,  por 7 votos a 5, o projeto de lei nº 24, que proíbe “a inauguração e entrega de obra pública municipal incompleta ou que, embora concluída, não esteja em condições de atender aos fins a que se destina”.

O projeto de lei ainda deve ser apreciado pelo Poder Executivo para posterior sanção ou veto.

Comentário – Falando em obras incompletas – UBS Natal Merli, incompleta e sem uso; ESF Bueno Aires, apesar de a Prefeitura já afirmar que os trabalhos da unidade comecem em outubro, incompleta e sem uso. O prédio que seria uma UPA, sem uso. Quantas outras obras ficarão nestes estados?

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Este é Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!
Fotos: Prefeitura Municipal e Câmara

Poderes Perdidos – São José do Rio Pardo

Caetano Veloso expressava na década de 80: “enquanto os homens exercem seus podres poderes”. Por 20 anos, os homens desta cidade assim exerceram de formas ineficazes os poderes assim garantidos pela constituição: um executivo incompetente, um legislativo mal instruído e um judiciário ineficiente.

Sim, a descrição, caro leitor, lhe remete ao caso Lupianhes, aqueles imóveis irregulares, que ressurgiram depois de anos tramitando na justiça, e que foram construídos clandestinamente em um local próximo a uma área de preservação ambiental – Tudo isso em uma cidade com, no mínimo, 50 mil habitantes. Em uma das matérias jornalísticas do jornal online Agora Rio Pardo, o promotor de justiça José Zan declara que o município é responsável por fazer “vista grossa”, que “a administração pública, só de permitir que surjam estes loteamentos, já é responsável pela regularização ou desfazimento. – princípio de um executivo incompetente e de um legislativo mal instruído. 

O promotor diz que o poder judiciário passou a cobrar, com o tempo, o próprio Município – ou seja, já havia cobranças para o Poder Legislativo municipal e para o Poder Executivo municipal, mas elas não foram cumpridas, não houve, ao longo de quase 20 anos, nenhuma proposta de lei advinda da Câmara de Vereadores para regulamentação – percebe-se que ninguém quer que derrube, né?!

Quanto ao poder judiciário, não há certeza de que por duas décadas existam cobranças por regularidades ou desfazimento, torna-se até contraditório, tem-se a impressão de que a lei não se cumpre e que não existem fiscalizações: principio de um judiciário ineficiente. Imprescindível, nesta perspectiva, complementar as informações com: como não há uma relação congruente entre os poderes,  pode-se permitir a inserção de loteamentos clandestinos nesta cidade. Vamos lá, são cálculos simples, se não estiverem enganados, quantos outros clandestinos estão por aí?

Vale ressaltar, ainda dentro da argumentação proposta, é desse “diz que me diz” e daquele “passa ou repassa” que se sustenta uma São José do Rio Pardo. Diz que me diz  que o lote é irregular, várias pessoas serão prejudicadas, e que é necessária a regularização ou desfazimento da coisa – mas nenhuma resolução, e, claro, graças à não resolução, quem comprou aquela irregularidade movimenta um pensamento: “Deixa a estrada arrolar. Ops, “rolar”!” Já o passa ou repassa se apresenta conforme um poder confia a outro as resoluções – mas nenhuma solução. Não é problema meu – intercalam-se os princípios derivados deste artigo de opinião; um executivo incompetente, um legislativo mal instruído e um judiciário ineficiente.

O único problema que não é deles, é do povo, é a não harmonia destes poderes perdidos. Sem eles agindo de maneira proporcional, os direitos pertencentes ao povo, o povo rio-pardense, acabam se esvaindo. Para tal mudança, espera-se que estes poderes sejam recuperados, com competência, boa informação e eficiência, desta maneira, homens não poderão exercer seus podres poderes.

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE