A crença acima de tudo: até acima do Brasil e de Deus

Esta é a primeira eleição que estou mais atento, mais engajado. O segundo turno se configura com Bolsonaro presidente do Brasil, e a realidade não mostrará nova situação – a maioria dos brasileiros querem o Jair, logo, melhor “já ir” se acostumando.

Como nas eleições de 2000, quando ainda não existiam ou sequer havia rumores do aparecimento das redes sociais, os candidatos à presidência, inclusive o Lula, tinham atitudes correlatas a estas que Haddad e Bolsonaro possuem: o uso de meias-verdades e mentiras para enfraquecer outros candidatos.

Notório, os eleitores, à época, escolheriam, de uma forma fanática e crente, o messias de 2000, o Luís Inácio, que alteraria os rumos do país – deveriam assim crer que lá habitava, no corpo do homem, no ontem e no agora, um deus.

Tais devotos, os brasileiros se enganaram – Lula se tornou um dos maiores corruptos da história do Brasil, um traidor. Se não bastasse, a história tenta se repetir, ao que parece.

Bolsonaro foi acusado, matéria de capa da Folha de São Paulo, de espalhar FakeNews através de grandes empresários, além de se utilizar do Escola sem Homofobia, conhecido pelos cidadãos por “Kit Gay”, projeto não aprovado pelo Governo e que nunca foi colocado em escolas, para se promover e promover o ódio entre grupos sociais. Ou seja, há meia-verdade, porque o Kit-Gay, assim chamado, acabou por se tornar falácia, barrado pela antagônica Dilma, aliás, do PT. Como podem, depois do TSE extirpar as falsas informações sobre o inexistente Escola sem Homofobia, confiar seus votos ao ex-Deputado Federal, que promete armas de fogo, detesta homossexuais, negros, índios e enaltece personagens ditatoriais?

Porém, os seguidores de Jair não admitem qualquer forma de oposição a ele, mesmo após suas recentes declarações, mesmo seu filho discursar contra as ações do STF. A crença que converge ao fanatismo: todos são humanos e cometem erros, são corruptos, são imperfeitos; Jair é Deus, caracterizado de forma oposta aos atributos da carne e do osso. Assim foi com o Lula, digo eu!

Não importa quem o aponte, o pesselista é unânime, definem os idólatras, é verdadeiro; mentirosos são os outros, falsos são os outros, e ambos os lados, PT e PSL, divulgam boatos, apenas o lado de Bolsonaro, quando criticado, é passível de perdão, taxado de perseguido pelos jornais – a crença dos eleitores Bolsonaristas em um messias de 2018, que está acima de tudo:  até acima de Deus e do Brasil.

Gabriel Fécchio, seu jornalista de sempre!

#Imparciup #StarkAssistencia #4NerdsOficial

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