Ministério da Saúde prorroga novamente Campanha de Vacinação. 11,8 mi do público-alvo não recebeu a vacina, segundo o órgão

O Ministério da Saúde informou sobre nova prorrogação da Campanha de Vacinação contra a gripe nessa quarta, dia 13.

Com a necessidade de vacinação de grupos prioritários da doença, o órgão prorrogou a data de término da campanha para 22 de junho. A previsão de término era para esta sexta-feira, dia 15.  A justificativa para a mudança são as baixas coberturas vacinais e a relação de Estados e Municípios no combate da disseminação da Influenza. 

“A preocupação da Pasta é com a proximidade do inverno, período de maior circulação dos vírus da gripe. Também é preocupante o número de casos e mortes registrados no Brasil, que já dobraram na comparação com o mesmo período do ano passado.”, descreve Camila Bogaz, responsável pela área de Comunicação do Ministério.

A estimativa é vacinar 54,4 milhões de brasileiros. Segundo o site oficial do Ministério da Saúde, 77,6% da população prioritária já recebeu a vacina, o que corresponde a aproximadamente 42 milhões de pessoas. Só este ano, morreram 446 indivíduos pelo vírus da Influenza, com 2.715 casos registrados. Em junho de 2017, 1.227 casos e 204 óbitos foram registrados no país, estes são os dados apresentados pelo Boletim de Influenza do Ministério da Saúde.

Conforme a Agência de Saúde, o grupo prioritário de cobertura inclui idosos a partir de 60 anos, trabalhadores da área da saúde, professores das redes pública e privada, índios, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, crianças de seis meses a cinco anos e pessoas privadas de liberdade – adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas.

Crianças de seis meses a cinco anos de idade e gestantes estão mais vulneráveis a contrair a gripe, além de serem os grupos que registram os menores índices de vacinação, com 61,5%, crianças, e 66%, gestantes. “O público com maior cobertura da vacina contra a gripe é de puérperas, com 91%, seguido pelos professores (90,9%), idosos (85,8%) e indígenas (86,1%). Entre os trabalhadores de saúde, a cobertura de vacinação está em 83,4%.”

Gabriel H. S. Fécchio – Jornalista
MTB: 0085536/SP
Graduado em Comunicação Social: Jornalismo pelo UNIFAE – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE

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