Obscura miséria – O abandono e descaso social e familiar

Imparciup

O retrato escuro e profundo registrado por uma cicatriz econômica e social de uma sociedade qualquer: é a miséria. Não somente a miséria econômica, mas a solidão, o abandono, o descaso social. Neste retrato somos convidados a conhecer a realidade existente em comunidades, zonas quase inabitadas, favelas, locais distantes da confusão urbana e cotidiana. 

Rosaria, de 62 anos, vive no Paula Lima, zona rural de São José do Rio Pardo. Mora sozinha, “Eu e Deus!”, afirma, em uma casa com dois cômodos compactos e em uma comunidade de casas de aluguel, e sobrevive apenas com a aposentadoria do marido falecido. Pela idade avançada, não tem o apoio dos filhos, que residem em municípios não próximos. Ela é uma pessoa que se enquadra em um perfil de pobreza, solidão e abandono. 

ELa

O estado de saúde de Rosaria é sério, com um tumor grande na tireoide, o que lhe impossibilita de…

Ver o post original 312 mais palavras

News of the World – (1977) – Queen #3

Resumo de livro

Resultado de imagem para queen news of the worldNews Of The World – 1977

1 – We Will Rock You – Brian May – 2:01
2 – We Are The Champions – Freddie Mercury – 2:59
3 – Sheer Heart Attack – Roger Taylor – 3:26
4 – All Dead, All Dead – Brian May – 3:09
5 – Spread Your Wings – John Deacon – 4:32
6 – Fight From The Inside – Roger Taylor – 3:03
7 – Get Down, Make Love – Freddie Mercury – 3:51
8 – Sleeping On The Sidewalk – Brian May – 3:06
9 – Who Needs You – John Deacon – 3:05
10 – It’s Late – Brian May – 6:26
11 – My Melancholy Blues – Freddie Mercury – 3:29

News of the World, sexto álbum do Queen, fez parte de um momento de mudanças para a banda. Tendo alcançado fama e chegado ao ponto de ser venerada…

Ver o post original 908 mais palavras

‘Vingadores: Ultimato’ será o último filme de Gwyneth Paltrow na Marvel

UFW

Atriz ‘se aposentou’ da produtora norte-americana e afirma que participar de ‘Homem de Ferro’ foi uma ‘experiência maravilhosa’

Gwyneth Paltrow – Photoshoot for Frederique Constant 


Gwyneth Paltrow declarou à Variety nesta terça-feira, 19, que não faz mais parte da Marvel, o que quer dizer que seu último filme na produtora será Vingadores: Ultimato, previsto para estrear em 25 de abril deste ano no Brasil.

“Estou um pouco velha para estar em uma armadura [de heroína]. Eu me sinto sortuda em ter participado deVingadores, porque fui convencida a fazê-lo”, disse a atriz de 46 anos.

Além disso, ela afirmou que foi uma “experiência maravilhosa” fazer o primeiroHomem de Ferro, de 2008, e que está disposta a voltar caso um dia precisem dela.

Ver o post original

Obscura miséria – O abandono e descaso social e familiar

O retrato escuro e profundo registrado por uma cicatriz econômica e social de uma sociedade qualquer: é a miséria. Não somente a miséria econômica, mas a solidão, o abandono, o descaso social. Neste retrato somos convidados a conhecer a realidade existente em comunidades, zonas quase inabitadas, favelas, locais distantes da confusão urbana e cotidiana. 

Rosaria, de 62 anos, vive no Paula Lima, zona rural de São José do Rio Pardo. Mora sozinha, “Eu e Deus!”, afirma, em uma casa com dois cômodos compactos e em uma comunidade de casas de aluguel, e sobrevive apenas com a aposentadoria do marido falecido. Pela idade avançada, não tem o apoio dos filhos, que residem em municípios não próximos. Ela é uma pessoa que se enquadra em um perfil de pobreza, solidão e abandono. 

ELa

O estado de saúde de Rosaria é sério, com um tumor grande na tireoide, o que lhe impossibilita de se expressar corretamente ao falar, além de fazer uso de diversos medicamentos. E esses só são um dos problemas: “Já tive parada cardíaca e fui levada ao hospital. É tão difícil, houve um dia que eu sai pela manhã e fui ao Vila Formosa (7 Km) a pé para renovar minha carteirinha do SUS. Minhas pernas incharam, não consegui nem me mover.”, detalha a senhora.

Na última reportagem, “Famílias em Extrema Pobreza”, o repórter Gabriel Fécchio entrevistou Eliana e Manoel, vizinhos de Rosaria. Reescrevendo trechos: “[…] O caminho é todo de terra. Todos os moradores do Paula Lima, não só os dois citados, estão longe do pronto socorro ou do sistema de saúde mais próximo e o transporte público não circula – o que não facilita a ida e vinda de pessoas, ainda quando precisam recorrer ao Poder Público”. 

“Nem posso deixar de ir ao médico, são tantos exames. É sair de minha casa, ir, com calma, até a cidade e retornar ao entardecer. Tenho sempre que dar uma parada, porque meu corpo não aguenta.”, explica Rosaria.

Por

Rosaria apresenta o espaço no qual mora ao repórter. “Entra aí, é simples, não tem nada de bom,  alguns moveis estão em pedaços”. O caso de Rosaria se parece com o de Marinalva, do Jardim São Bento, e com o dos vizinhos de Rosaria, inclusive Eliana. Reescrevendo trechos: “Os telhados das casas de Marinalva e Eliana não são forrados, quando chove muito forte, a água escorre pelas paredes e inunda o chão cimentado”. Para Rosaria, “São dias que eu não consigo dormir em paz por causa da chuva.”, declara

DSC_0532.JPG

A senhora de 62 anos não se conforma pela falta de amparo tanto familiar quanto do poder público. “Vejo isso com as pessoas que estão aqui. Estamos no fim do mundo”.

Eu sou seu jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!

 

 

Carência em Família – A história de famílias rio-pardenses em extrema pobreza

Imparciup

Vidas Secas, de Graciliano Ramos, retrata minuciosamente a miséria enraizada nas áreas mais castigadas do Sertão. Na obra, a família sertaneja – um homem, sua esposa, dois filhos e o cachorro – se vê obrigada a buscar uma perspectiva mais acessível e adequada de vida em relação àquela na qual se encontra para se distanciar dos percalços vividos por inúmeras famílias de forma deplorável, sem acesso ao alimento, à moradia digna, frutos do descaso social e do Poder Público.

Este aspecto e esta identidade mencionados são sinônimos para milhares de rio-pardenses. Nem sempre um pai presente, às vezes laços familiares em que a mãe é a única representante e organizadora das necessidades básicas de dentro do lar, ou uma avó, assim como Dona Marinalva, de 54 anos, que convive e abriga seis netos. Dona Marinalva permitiu que sua história fosse veiculada.

Moradora do Jardim São Bento, bairro aos fundos…

Ver o post original 1.077 mais palavras

A invenção de Darlineudo – adeus carregadores de celulares de cabo

Esperei. A bateria do celular estaria totalmente carregada em apenas minutos. Já eram 8 da noite.  Ainda com resquícios de luz solar sobre céu, em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, graças ao horário de Verão: “Todos adiantem seu ponteiro em uma hora!” Com o celular pronto, começaria a escrever: este mês foi incessantemente cansativo, embora, de forma amistosa e divertida, teria produzido um trabalho jornalístico relacionado à fome e à pobreza de minha cidade. Assim como este jornalista, quiça um inventor; eu, o primeiro, o Darlineudo, o segundo. 

Inicia-se, 10 de Fevereiro de 2019:

Darlineudo Sousa, cearense, apresentou, através de um vídeo, um novo conceito prático de carregar um celular. Desta forma, os carregadores tradicionais seriam abolidos. Darlineudo explica: “A minha ideia é que você carregue na tomada, sem nada para auxiliar”. Com a proposta, a garantia de menor quantidade de objetos utilizados por um smartphone se tornaria viável. 

Darli

Darlineudo: Minha ideia surgiu da dificuldade em carregar o celular em locais que não fossem o ambiente residencial, tais como: locais públicos, locais de trabalho, áreas de lazer e centros comerciais.

O suporte criado já é popular. No perfil pessoal de Darlineudo, mensagens de pessoas que se interessaram pelo produto.  Nada de absoluto fechado. Entre Darlineudo, quando conversamos, havia desconfiança, isso nas primeiras semanas que o contatei, porque, de repente, aparecer alguém que se autodeclara ter uma profissão que conta histórias, prazer, jornalista. O cearense preferiu o e-mail ao messenger. No sábado, enviei o e-mail, no domingo, fui respondido.

Gabriel: – Como foi o processo de criação da peça?

Darlineudo: – O processo de criação não foi tão complexo porque já tenho afinidade com essa área de inovação por ser Técnico em Eletrônica e trabalhar como Analista de Automação. 

O vídeo do carregador-tomada alcançou 4 milhões de vistos e mais 293 mil compartilhamentos. Número expressivo, repercussão inimaginável. A expressividade que chamou atenção daqueles que queriam sociedade, financiamento, representação, defender judicialmente, de todo o Brasil, de outros países, além de mensagens de apoio e incentivo. 

Te.png

O moço, de 32 anos, pediu que seu invento, aliás, ainda sem um nome definido, fosse patenteado pelo Inpi. Está a caminho. Ele somente depende da negociação com uma empresa para produção de exemplares e vendas. 

Darlineudo: – Tenho certeza que esse produto, quando estiver disponível no mercado, será sucesso,tal qual já está sendo muito procurado.

Eu sou Jornalista de sempre, Gabriel Fécchio!

No Meu Bule Não!

Uma Julieta Moderna

46622815_343914776392623_124249667251732480_n

Depois do episódio em que uma fazenda certificada pela Starbucks é flagrada utilizando trabalho escravo, em agosto desse ano, uma nova campanha está mobilizando a internet. A hashtag “No Meu Bule Não” alerta para a situação que coloca em risco 450 famílias do Quilombo Campo Grande, em Minas Gerais.

Desde 1998, a Fazenda Ariadnópolis é disputada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que espera que essas terras sejam destinadas para a reforma agrária.

Em 2011, foi requerida pela massa falida da companhia agropecuária “Irmãos Azevedo” (Capia) a “Ação Reintegratória de Posse nº 0024.11.188.917-6”, que ficou parada durante 5 anos, até que foi homologado o plano de recuperação judicial de Capia, em 2016. A partir daí os interesses do barão do café, João Faria da Silva entram em jogo. A minuta da massa falida dos Irmãos Azevedo incluía o arrendamento de 3.195 hectares da Fazenda Ariadnópolis para a Jodil…

Ver o post original 219 mais palavras